O amor, esse algo tão particular e banalizado, ininterruptamente absorvido por clichês de todos os povos e de todas as épocas, só pode ser kitsch. Tenho fé no amor kitsch: a desconstrução do mito seguida pela grandiosa reconstração da visão. No kitsch, o que era errado pode tornar-se certo e vice-versa. As pessoas tornam-se responsáveis por suas próprias ideologias sem necessitarem de ideias muito originais. Os gregos se referiam ao amor por pelo menos seis palavras diferentes, com significados diferentes. No entanto, o kitsch é apenas mais um dos clichês.
(Além disso, faz bem para o coração, libera endorfina e rejuvenesce.)
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