O amor, esse algo tão particular e banalizado, ininterruptamente absorvido por clichês de todos os povos e de todas as épocas, só pode ser kitsch. Tenho fé no amor kitsch: a desconstrução do mito seguida pela grandiosa reconstração da visão. No kitsch, o que era errado pode tornar-se certo e vice-versa. As pessoas tornam-se responsáveis por suas próprias ideologias sem necessitarem de ideias muito originais. Os gregos se referiam ao amor por pelo menos seis palavras diferentes, com significados diferentes. No entanto, o kitsch é apenas mais um dos clichês.
(Além disso, faz bem para o coração, libera endorfina e rejuvenesce.)
Croniquinha: Adoro trabalhar com gente doida
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Calma, não se anime. Não gosto de maluco-beleza, doidos-modinha ou gente
que rasga dinheiro. Eu falo de doido com método. Eu dei a sorte de ter
trabalhad...
Há uma semana